Qual a diferença entre internação compulsória e internação involuntária?

Qual a diferença entre internação compulsória e internação involuntária?

As drogas acabam com a vida não só do usuário, mas com a de sua família também. Esse problema atinge diferentes lares, independentemente da condição social dessas famílias. Para as pessoas que sofrem com essa grave situação, existem alguns caminhos que podem trazer de volta o bem-estar em casa, mesmo que paulatinamente: é a internação involuntária e a internação compulsória para dependentes químicos.

Diferente da internação voluntária – quando o dependente entende que precisa de ajuda -, os outros dois tipos exigem mais cuidado por parte dos envolvidos em realizar a intervenção. Afinal, o indivíduo não consegue mais distinguir o risco que representa para si mesmo por causa dos efeitos drogas. Dessa forma, é preciso recorrer à internação compulsória e involuntária.

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Entenda a diferença entre os dois tipos de internação

As expressões podem ser facilmente confundidas como sinônimos. Contudo, mesmo possuindo semelhanças, existem diferenças importantes em cada uma das internações. Ambos os tipos podem oferecer o mesmo tratamento, ou seja, a clínica de recuperação recebe tanto dependentes químicos de internação voluntária, quanto de compulsória. Além disso, outro ponto em comum é que as duas precisam de uma autorização por escrito. Mas no final, qual é a diferença entre elas?

Internação involuntária

A internação involuntária é utilizada quando o dependente químico perdeu a noção do risco que está correndo e o perigo que representa para seus amigos e familiares. Nesse caso, o abuso de substâncias ilícitas já alcançou um estágio em que buscar ajuda sozinho é impossível.

Dessa forma, a internação involuntária para dependentes químicos é acionada por familiares com vínculo de parentesco consanguíneo (pais, filhos, avós, tios, sobrinhos) que assinam a autorização.

Detalhe importante: cônjuges não podem assinar essa permissão.

Após o pedido, o dependente será examinado por um médico. Depois, um laudo atestando a necessidade ou não da internação será expedido.

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Internação compulsória

Por outro lado, a internação compulsória para usuários de drogas é expedida judicialmente. Ou seja, ela é uma resposta de um juiz mediante uma solicitação médica. Além disso, esse tipo de internação também é usado como medida cautelar quando a pessoa, sob efeito de entorpecentes, comete algum crime.

Nessa modalidade, assim como na anterior, é obrigatória a presença de um laudo médico comprovando a necessidade do tratamento. Somente após uma análise cuidadosa do parecer e das condições de segurança da possível clínica de reabilitação, é que o pedido será expedido.

Detalhe importante: o juiz não pode interferir no tratamento, apenas o especialista pode encerrá-lo. Ou seja, ela difere da involuntária, onde a pessoa que autorizou a internação pode finalizá-la.

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